Em uma pesquisa por um site de busca digitando: "aplicativos para smartphone", o resultado é de apenas 25 milhões, pouco se pensar que nem todos foram relacionados por todas as palavras, mas grande se pensar em quanto esse universo cresceu no ultimo ano, estima-se que 19 milhões de aparelhos hoje, dos 210 milhões atuais, sejam smartphones no Brasil. Os dados fazem parte do estudo #Mobilize: Consumidor Móvel 2011, encomendado pela Pontomobi e pela WMcCann ao Ipsos MediaCT.
Com tantos aparelhos as empresas buscam cada vez mais a interatividade com o consumidor, algumas fogem do seu universo e "inovam" apenas para relacionar a marca e criar um vinculo. É o caso do Aplicativo da marca Mini Bis de chocolate, que criou um aplicativo onde pode-se jogar truco, o que vem a ser chamado de time killer, uma vez que o tempo é "perdido" e não aproveitado posteriormente. Já um caso de time saver é o da rede Pão de Açucar que criou um aplicativo onde é possível fazer as compras dentro do seu carro em pleno trânsito de São Paulo atravéz do aplicativo. Outro caso de sucesso é o do Mêtro Mobile, onde a pessoa tem ascesso aos trajetos do meio.
A pesquisa também revelou que os aparelhos estão presentes em todas as classes sociais, sendo maior entre usuários A e B (49,7%), embora também seja significativa entre os da classe C (19%). A maioria dos usuários que possui smartphones tem entre 25 e 44 anos, estuda e trabalha. O estudo foi realizado com mil usuários de internet que possuem celulares, em sete cidades brasileiras, no início deste ano.
Fest Mobile
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Novas tecnologias a serviço do marketing
Grandes marcas investem embarcam em verdadeiras viagens virtuais pelo mundo dos tablets e smartphones
Grandes marcas investem em estratégias complexas e embarcam em verdadeiras viagens virtuais pelo mundo dos tablets e smartphones. Mais do que anunciar produtos e serviços por meio de campanhas interativas, o objetivo agora é utilizar as novas plataformas de mídia para criar ações realmente relevantes para públicos específicos e, assim, ampliar o relacionamento de suas marcas com os amantes dos dispositivos móveis de última geração.
Muito além da publicidade!
O reflexo desse aumento na base de smartphones e tablets no País também está presente no planejamento de marketing dos maiores anunciantes brasileiros, que estão investindo cada vez mais em verdadeiras viagens virtuais pelo mundo dos dispositivos móveis de última geração. Não basta anunciar produtos e serviços por meio de anúncios interativos. O desafio agora é promover a utilização das novas plataformas de mídia para criar ações relevantes para públicos específicos e, assim, ampliar o relacionamento das marcas com os amantes desses dispositivos móveis de última geração. “Mais do que aumentar as vendas, as empresas estão usando esses canais para formar brand equity. E como a base de tablets no Brasil ainda é pequena, o foco das ações está no smartphone”, avalia Póvoa, que já coleciona cases no segmento. “Temos desenvolvido projetos que utilizam o tablet como um novo canal de negócios para determinada empresa, que passa a ter um meio de se relacionar diretamente com o consumidor”.
Publicidade em tablets e smartphone. Tem diferença?
A popularização dos dispositivos móveis vem resultando em um frequente aumento da preocupação com a “mobilidade” da presença online. As empresas estão se preocupando em como as pessoas que as visitam com Smartphones e tablets estão recebendo o conteúdo.
Por muitas vezes as pessoas têm achado que basta fazer um site que fique bom na tela do iPhone que tudo está resolvido, mas “o buraco é mais em baixo” ou melhor “existem várias telas para o mesmo conteúdo“.
Hoje já temos diversos aparelhos diferentes no mercado, tela dos mais diversos tamanhos e diferentes resoluções. Nos tablets é ainda maior a diferença, já que a pessoa que navega em um tablet é diferente da pessoa que navega em um smartphone. O usuário de tablets muitas vezes vai estar usando uma conexão wifi, vai estar mais confortável para o uso e obviamente tem mais espaço na tela.
Devemos lembrar que estas diferenças de tela são complexas e devem ser levadas em consideração no design de qualquer website. Se os tablets tem mais espaço tela, eles devem ser mais parecido com o website para desktop? Ou deve ser o mesmo que é utilizado no smartphone?
Estas questões são pontuais e relativas à cada projeto. Você deve identificar qual é o motivo da navegação do usuário. Por que ele acessa o seu site e o que ele procura lá? Respondendo está pergunta você vai estar mais preparado para decidir como deve ser o seu site em desktop, tablets e smartphone.
Por muitas vezes as pessoas têm achado que basta fazer um site que fique bom na tela do iPhone que tudo está resolvido, mas “o buraco é mais em baixo” ou melhor “existem várias telas para o mesmo conteúdo“.
Hoje já temos diversos aparelhos diferentes no mercado, tela dos mais diversos tamanhos e diferentes resoluções. Nos tablets é ainda maior a diferença, já que a pessoa que navega em um tablet é diferente da pessoa que navega em um smartphone. O usuário de tablets muitas vezes vai estar usando uma conexão wifi, vai estar mais confortável para o uso e obviamente tem mais espaço na tela.
Devemos lembrar que estas diferenças de tela são complexas e devem ser levadas em consideração no design de qualquer website. Se os tablets tem mais espaço tela, eles devem ser mais parecido com o website para desktop? Ou deve ser o mesmo que é utilizado no smartphone?
Estas questões são pontuais e relativas à cada projeto. Você deve identificar qual é o motivo da navegação do usuário. Por que ele acessa o seu site e o que ele procura lá? Respondendo está pergunta você vai estar mais preparado para decidir como deve ser o seu site em desktop, tablets e smartphone.
Geração Y é coisa do passado, agora estamos na Geração Mobile
Esqueça aquele ditado de que fazemos parte da Geração Y. Duas pesquisas realizadas pelas empresas Nielsen e Forrester revelam: estamos na Geração Mobile. Isso porque o celular se tornou um acessório de uso contínuo no dia a dia, seja para fazer ligações, mandar e-mails, tirar fotos ou acessar a internet, por exemplo.
O estudo da Nielsen aponta que 62% dos usuários de telefonia móvel dos Estados Unidos entre 25 e 34 anos já possuem os próprios smartphones. A penetração da tecnologia entre usuários de 18 a 24 e 35 a 44 anos é de 54%.
Enquanto isso, a pesquisa da Forrester revela que pessoas com menos de 22 anos acessam a internet de qualquer lugar, seja de onde estiverem. Aqueles com idades entre 21 e 31 anos fazem uso da web através de seus smartphones.
Outra informação da Forrester é a de que os adolescentes estão adotando cada vez mais o uso da web por dispositivos móveis, mas com uma certa limitação. O problema é que, como grande parte dos celulares inteligentes tendem a ser mais caros (incluindo planos de assinatura), muitos pais se recusam a desembolsar grandes quantias nos aparelhos para os filhos. Independentemente disso, o estudo afirma que já vivemos na Geração Mobile.
Outra informação da Forrester é a de que os adolescentes estão adotando cada vez mais o uso da web por dispositivos móveis, mas com uma certa limitação. O problema é que, como grande parte dos celulares inteligentes tendem a ser mais caros (incluindo planos de assinatura), muitos pais se recusam a desembolsar grandes quantias nos aparelhos para os filhos. Independentemente disso, o estudo afirma que já vivemos na Geração Mobile.
Os resultados de ambas as empresas mostram que pessoas entre 20 e 30 anos são um alvo importante para os fabricantes de dispositivos móveis e desenvolvedores de aplicativos. Já os adolescentes e usuários com mais de 30 anos, por algum motivo, não recebem o mesmo investimento das produtoras, talvez pela pouca experiência com aparelhos portáteis.
Pessoas mais velhas tiveram nota baixa na adoção de smartphones. Mas a Nielsen aponta que aqueles entre 55 e 64 anos são o segundo grupo que mais cresce nesse tipo de mercado. Estima-se que esses usuários saltem dos 5% para os 30% no próximo trimestre.
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